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Alimente os peixinhos ...

"Acho que sabedoria é saber sofrer pelas razões certas. Quem não sofre, quando há razões para isso, está doente [...]. Quem é feliz sempre, e nunca sofre, padece de uma grave enfermidade e precisa ser tratada a fim de aprender a sofrer. Sofrer pelas razões certas significa que estamos em contato com a realidade, que o corpo e a alma sentem a tristeza das perdas e que existe em nós o poder do amor [...]. Toda experiência de amor traz, encolhida no seu ventre, à espera, a possibilidade de sofrer.”
Rubem Alves
Inspirado no belo poema “A Pátria” de Olavo Bilac, escrevi os versos AMAR A TERRA EM QUE NASCEMOS, sem maiores pretensões.

AMAR A TERRA EM QUE NASCEMOS
por Fábio Oliveira
Amar a terra em que nascemos passa necessariamente por repudiar todas as injustiças que estão em todos os recantos do Brasil;
Amar a terra em que nascemos exige de nós uma postura de indignação diante de tantos políticos corruptos;
Amar a terra em que nascemos cobra de nós ações firmes diante da impunidade, que considera inocentes os bandidos de colarinho branco da mais alta periculosidade;
Amar a terra em que nascemos implora de nós comportamentos menos egoístas para beneficiar a grande maioria que agoniza nos corredores dos hospitais sem tratamento médico;
Amar a terra em que nascemos pede de nós indignação para exigir escolas de qualidade para todos os brasileiros;
Amar a terra em que nascemos não é somente abraçar meras questões ideológicas e políticas, mas acima de tudo uma prática vida a favor do bem comum;
Falar em amar a terra em que nascemos na política brasileira me parece sem sentido, são raros os políticos que têm realmente amor a terra em que nasceram;
O que os políticos amam mesmo são os seus interesses pessoais e nada mais, o maior exemplo é o nosso famigerado Congresso Nacional;
Quem ama a terra em que nascemos não desvia dinheiro público para vaidades pessoais, não rouba recursos da merenda escolar de crianças, não destrói o meio ambiente, não deixa crianças sem escola, não permite que seres humanos agonizem nos corredores dos hospitais...
Amar a terra em que nascemos é ALGO MUITO GRANDE e está em falta nesse país, infelizmente.
por Fábio Oliveira
EDUCAÇÃO

por Albert Einstein
Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio e a verdade me é revelada.

por Augusto Cury
Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe: "Que tamanho tem o universo?". Acariciando a cabeça da criança, ele olhou para o infinito e respondeu: "O universo tem o tamanho do seu mundo". Perturbada, ela novamente indagou: "Que tamanho tem meu mundo?". O pensador respondeu: "Tem o tamanho dos seus sonhos".
Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. Os sonhos regam a existência com sentido. Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romance. A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, faz dos idosos, jovens, e a ausência deles transforma milionários em mendigos faz dos jovens idosos. Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história e fazem os tímidos terem golpes de ousadia.
Comentário: muitos ainda pensam que Sonhar Grande se refere apenas ao mundo material, que é temporal. O verdadeiro Sonhar Grande envolve a busca pelas verdades perenes da vida e a vontade pela elevação do nível da consciência, que são atemporais. Não cometam o grande equívoco de entender que Sonhar Grande se refere apenas ao mundo material, pois nesse caso o Sonhar Grande não passa de um pequeníssimo sonho, que trará muitas decepções e arrependimentos na vida. ( Fábio Oliveira )

GLÓRIA É VAIDADE
Arthur Schopenhauer, famoso filósofo alemão, 1788 -1860
A glória repousa propriamente sobre aquilo que alguém é em comparação com os outros. Portanto, ela é essencialmente relativa; por isso, só pode ter valor relativo. Desapareceria inteiramente se os outros se tornassem o que o glorioso é. Uma coisa só pode ter valor absoluto se o mantiver sob todas as circunstâncias; aqui, contudo, trata-se daquilo que alguém é imediatamente e por si mesmo. Consequentemente, é nisso que tem de residir o valor e a felicidade do grande coração e do grande espírito. Logo, valiosa não é a glória, mas aquilo que faz com que alguém a mereça, pois isso, por assim dizer, é a substância, e a glória é apenas o acidente. Ela age sobre quem é célebre, sobretudo como um sintoma exterior pelo qual ele adquire a confirmação da opinião elevada de si mesmo. Desse modo, poder-se-ia dizer que, assim como a luz não é visível se não for refletida por um corpo, toda a excelência só adquire total consciência de si própria pela glória. Mas o sintoma não é sempre infalível, visto que também há glória sem mérito e mérito sem glória. Eis a justificativa para a frase tão distinta de Lessing: Algumas pessoas são famosas, outras merecem sê-lo. Em verdade, seria uma existência miserável aquela cujo valor ou desvalor dependesse de como aparecesse aos olhos dos outros. Tal existência, entretanto, seria a vida do herói e a do gênio se o seu valor consistisse na glória, isto é, na aprovação dos outros. Mas, antes, todo o ser vive e existe por conta própria, logo, primariamente em si e para si.
O que alguém é, de qualquer maneira, é antes de mais nada e acima de tudo para si mesmo; e se sob esse aspecto não é de muito valor, então não o é também em geral. Pelo contrário, a imagem do nosso ser na cabeça dos outros é algo secundário, derivado e submetido ao acaso, e só se relaciona muito indiretamente com o próprio ser. Além do mais, as cabeças dos outros são um cenário deveras miserável para que nele a verdadeira felicidade possa ter sede. Antes, nelas só se pode encontrar uma felicidade quimérica. Que sociedade heterogênea se reúne nesse templo da glória universal! Generais, ministros, charlatães, saltimbancos, dançarinos, cantores, milionários e judeus. Sim, nesse templo, os méritos de todas essas pessoas são bem mais sinceramente apreciados, encontram bem mais estime sentie (estima sincera) do que os méritos espirituais, sobretudo os de tipo superior, que obtêm da maioria apenas uma estime sur parole (estima de ouvir dizer). Em sentido eudemonológico, portanto, a glória nada mais é senão o pedaço mais raro e saboroso para o nosso orgulho e a nossa vaidade. Estes, todavia, existem em excesso na maioria dos homens, embora eles os dissimulem; talvez até de modo mais forte naqueles que, de alguma maneira, estão aptos a adquirir glória e, portanto, têm muitas vezes de suportar em si mesmos, por muito tempo, a consciência incerta do seu valor proeminente, antes que chegue a oportunidade de o comprovar e então experimentar o reconhecimento. Até lá, têm o sentimento de sofrer uma injustiça secreta.

"Nossa existência é transitória como as nuvens do outono. Observar o nascimento e a morte dos seres é como olhar os momentos da dança. A duração da vida é como o brilho de um relâmpago no céu, tal como uma torrente que se precipita montanha abaixo."
"Tudo o que nasceu vai morrer, tudo o que foi reunido será espalhado, tudo o que foi acumulado terá fim, tudo o que foi construído será derrubado, e o que esteve nas alturas será rebaixado."
Sidarta Gautama

Seja a MUDANÇA que você deseja ver no mundo.
Mahatma Gandhi