autocultura - fábio oliveira

grandes músicos


01/11/2005


STEVE REICH

Steve Reich é um compositor americano nascido em 1935. Estudou filosofia na Universidade de Cornell (1953-57) e composição na Julliard School (1958-61) e no Mills College (1962-63). Tornou-se numa das principais figuras da Música Minimal Repetitiva, criando trabalhos para o seu grupo com uso progressivo de instrumentos de percussão e, após uma visita ao Gana, iniciou tournées mundiais. Obras sublimes, poéticas, texturas de repetição modal, extrema delicadeza na concepção rítmica e trabalhos encantatórios para pequenos grupos orquestrais ou instrumentos de solo. Hoje é considerado um avatar da Nova Música Minimal Repetitiva e a sua influência estende-se, diáfana, em todos os círculos vanguardistas. 

www.stevereich.com/

cotação :

Escrito por Fabio Oliveira às 12h49
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31/10/2005


PHILIP GLASS

Philip Glass

Nascido em 1937, em Baltimore, Philip Glass é um dos mais significativos compositores do chamado "minimalismo musical", embora ele prefira o termo "música com estruturas repetitivas". Fértil compositor dramático, Glass ficou mundialmente famoso a partir da ópera Einstein on the Beach (1976), realizada em colaboração com o encenador Robert Wilson. Desde então, já escreveu mais de 15 óperas, entre as quais Akhnaten (1983), the CIVIL warS (1983 e 1984, dois episódios), Satyagraha (1980), The Voyage (1992, sobre a viagem de Colombo) e O Corvo Branco (1991). Esta última, escrita com Robert Wilson sobre um libreto de Luísa Costa Gomes, foi uma encomenda da Comissão Nacional para a Comemoração dos Descobrimentos Portugueses e estreou-se em Lisboa, no final da Expo'98.

www.glasspages.org/      website português

   www.philipglass.com      website oficial inglês

cotação :

Escrito por Fabio Oliveira às 21h20
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19/10/2005


 

RELÍQUEA DA MÚSICA CLÁSSICA!

        

São 261 compositores, 1093 composições, 81 cantores, 57 intérpretes e 199 óperas. Além de literatura, arte, arquitetura, cinema e etc.

 

http://www.epdlp.com/musica.php

Escrito por Fabio Oliveira às 18h04
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     A música de Astor Piazzolla (1921-1992) é sem dúvida uma das maiores expressões artísticas que a Argentina já deu ao mundo. Incorporando ao tango um pouco de jazz e um pouco de música clássica, Piazzolla conseguiu um resultado formidável e ao mesmo tempo inovador, sofisticando esse ritmo portenho e revolucionando seus conceitos.
     Astor Pantaleón Piazzolla, nascido no dia 11 de março de 1921 na cidade de Mar del Plata, passou a infância entre Buenos Aires e Nova York - mais na segunda cidade que na primeira. Começou a estudar música aos 9 anos nos Estados Unidos, dando continuidade em Buenos Aires e na Europa.
    Em 1935 teve um encontro quase místico com Carlos Gardel, ao participar como extra no filme El Día que me Quieras.

     Sua carreira começa verdadeiramente ao participar como bandoneonista na orquestra de Aníbal Troilo. Em 1952 ganha uma bolsa do governo francês para estudar com a legendária Nadia Boulanger, quem o incentivou a seguir seu próprio estilo. Em 1955, de volta a casa, Astor forma o Octeto Buenos Aires. Sua seleção de músicos - numa experiência similar à jazzística norte-americana de Gerry Mulligan - termina delineando arranjos atrevidos e timbres pouco habituais para o tango, como a introdução de guitarra.
     A presença de Astor gerou ao princípio receios, inveja e admiração entre a comunidade tangueira. Nos anos 60 Piazzolla teve que defender com unhas e dentes sua música, abalada pelas fortes críticas. A controvérsia girava em torno de se sua música era tango ou não, a tal ponto que Astor teve que chamá-la de "música contemporânea da cidade de Buenos Aires". Mas isso não era tudo: Astor provocava a todos com sua vestimenta informal, com sua pose para tocar o bandoneón (tocava de pé, quando a tradição era segurar o fole sentado) e com suas declarações que mais pareciam desafios.
     A formação da primeira parte dos anos 60 foi, basicamente, o quinteto. Seu público era integrado por universitários, jovens e pelo setor intelectual, se bem estava longe de ser massivo. Astor já tinha fama de durão e bravo, de lutador, estava em pleno período criativo e se rodeou dos melhores músicos.
     Com Adiós Nonino, Decarísimo e Muerte de un Ángel começou a trilhar um caminho de sucesso que teria picos em seu concerto no Philarmonic Hall de Nova York e na musicalização de poemas de Jorge Luis Borges.
     Em seus últimos anos, Piazzolla preferiu apresentar-se em concertos como solista acompanhado por uma orquestra sinfônica com uma ou outra apresentação com seu quinteto. Foi assim que percorreu o mundo e ampliou a magnitude de seu público em cada continente pelo bem e a glória da música de Buenos Aires.
     Astor Piazzolla faleceu em Buenos Aires no dia 4 de julho de 1992, mas deixou como legado sua inestimável obra - que abrange uns cinquenta discos - e a enorme influência de seu estilo. Na verdade, a produção cultural sobre Piazzolla parece não ter fim: se estende ao cinema e ao teatro, é constantemente reeditada pelas discográficas e ganha vida na Fundación Piazzolla, liderada por sua viúva, Laura Escalada.
 

http://www.piazzolla.org/

Escrito por Fabio Oliveira às 18h02
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Art Blakey (1919 - 1990) é um dos maiores bateristas do jazz. Juntamente com Big Sid Catlett, Kenny Clarke e Max Roach, forma o quarteto dos pais da bateria contemporânea. Blakey pontificou basicamente em dois estilos: o Bepop e principalmente o Hard Bop (do qual é um dos artífices), mas também se interessou por outras formas de percussão étnica que alargaram os horizontes do jazz. Além de tocar com Miles Davis e Thelonious Monk, Blakey foi também fundador, líder e catalisador de um grupo bastante influente, que ao longo de décadas teve diversas formações: os Jazz Messengers. Os Jazz Messengers podem ser considerados uma verdadeira academia de jazz: por ali passaram nomes do quilate de Horace Silver, Lee Morgan, Wayne Shorter, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis, entre outros.

 

http://www.artblakey.com/

Escrito por Fabio Oliveira às 17h59
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John Coltrane (1926-1967) é o saxofonista mais cultuado do jazz. Coltrane desenvolveu um estilo absolutamente próprio. Sobre Coltrane, escreve o crítico André Francis: "Não poucos medíocres julgaram poder imitar Coltrane. Ora, tocar como ele exige uma fé enorme. Coltrane era puro, generoso, gostava do mundo; seu rosto espelhava calma e franca formosura. Os que o imitam não passam de aproveitadores. (...). Em tudo a vida de John Coltrane é exemplar. Nenhum escândalo, nenhuma fraqueza, quase nenhuma anedota frívola : música, isso sim, acima de tudo (...) Muitos há que tocam e agem como ele (...) Mas falta-lhes a mesma fé." Dificilmente se poderia acrescentar algo a tais palavras.

www.johncoltrane.com

www.nprjazz.org/ feature/jpcoltrane.

Escrito por Fabio Oliveira às 17h53
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Altamiro Carrilho

Altamiro Carrilho é um dos flautistas mais requisitados do mundo, tendo se apresentado em diversos países, dentre eles: Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Egito, México, Estados Unidos e União Soviética. "Um dos maiores e mais afinados solistas do mundo" foi o elogio que recebeu de Boris Trisno, quando esteve na União Soviética por três meses. É um gênio vivo e um grande exemplo de perseverança, amor pelo instrumento e à música brasileira.
 

Escrito por Fabio Oliveira às 17h48
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Tom Jobim (1927-1994) é um dos nomes que melhor representa a música brasileira na segunda metade do século XX.Pianista, compositor, cantor, arranjador, violonista às vezes, é praticamente uma unanimidade quando se pensa em qualidade e sofisticação musical.

http://www2.uol.com.br/tomjobim/index_flash.htm

Escrito por Fabio Oliveira às 17h45
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Miles Davis

(1926-1991), com certeza, é um capítulo à parte dentro do jazz. Ele foi uma verdadeira força propulsora do jazz durante mais de quarenta anos. Seu som ao trompete, puro, macio, emitido freqüentemente com o uso da surdina, e seu fraseado conciso e despojado tornaram-se marcas registradas. Miles fez da renovação das linguagens o principal impulso gerador de sua música.

http://www.milesdavis.com

 
   

Escrito por Fabio Oliveira às 17h42
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